Marìa Josè Afonso, é jornalista, com formação em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Na radio, desde 1994, tem feito deste percurso, um modo de vida. Com e para as pessoas. Co-fundadora do projeto pioneiro em Portugal TVBarroso, colaborou também com jornais, televisões e rádios de Portugal, Angola e Noruega.

«A Comunicação faz parte de mim. Não há uma dissociação, entre a Maria jornalista e a Maria (filha do Nel do Bina). Comunicar é ser, é ouvir, é respeitar, é sentir.
Tenho procurado, através do meu trabalho diversificado, ao longo destes anos todos na área da comunicação, criar proximidade com o público, com o território, com as importâncias da terra, através da realização entrevistas ou reportagens, com conotação fortemente humana, na linguagem e nos temas seleccionados.
Cada terra, cada instituição, tem uma história que não vem nos grandes livros mas que pode reforçar a auto estima da comunidade quando partilhada. A comunicação social tem, também, essa missão: de ir ao encontro das histórias e promover a coesão, a inclusão social, a participação e a partilha.

Eu sou uma desses, que olho para o território, e acredito que cada um, à sua maneira, pode deixar a sua marca, pode contribuir para o seu desenvolvimento, para a preservação da sua cultura, e da sua essência enquanto povo. Enquanto mulher da comunicação, e através dos diversos trabalhos que já fiz e faço, ajudo a promover a coesão territorial, se olharmos para uma radio ou uma tv, enquanto veículos de comunicação, que cuja missão vai muito mais alem, daquilo que empiricamente se associa.

É mais, muito mais. Vamos à casa das pessoas, ouvir os seus problemas, recolher os seus anseios, partilhar também, deliciosamente histórias, de cada um, que cabem naquilo a que chamamos de Identidade de um povo.
Nós, jornalistas, registamo-la, ao longo das décadas. Mostramos os bons exemplos de trabalho desenvolvido na comunidade por gente que dá as mãos em prol de um bem comum, as associações, aqui, têm uma importância, diria interessante. São eles os agentes mais diretos, com e para as pessoas.
Este trabalho, é muito meritório, feito muitas vezes por gente anónima.
Considero-me polivalente, na medida em que o conhecimento não ocupa lugar. Gosto de partilhar e aprender.
Considero-me a eterna observadora do Mundo!

Marìa Josè Afonso

Jornalista